Empreendedorismo, Mais, Marketing & VM

Presente ou diálogo?

Em um relacionamento você prefere ganhar presente ou manter um bom diálogo? O que fortalece mais a relação: bens materiais trocados ou conselhos compartilhados? Calma. Esse site não se transformou em um blog sobre vida amorosa; mas as relações entre marcas e consumidores, assim como laços pessoais, nunca precisaram ser tão bem cuidadas.

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Recentemente o site O Negócio do Varejo publicou, em uma matéria sobre fidelização de clientes, uma pesquisa da Accenture Strategy que revelou que “tanto os brasileiros quanto os consumidores de fora do país acumulam (e não usam) milhões de pontos de fidelidade”. Ou seja, oferecer bônus para a troca de produtos já não funciona tão bem como antigamente: o consumidor busca muito mais que benefícios financeiros em seu relacionamento com uma marca. Outros dados da pesquisa, sobre os quais comentarei a seguir, mostram que um dos pontos mais importantes para ele é o diálogo.

O estudo da Accenture Strategy feito com 25.426 consumidores em todo o mundo, 1.322 no Brasil, revela que, entre os brasileiros, 65% dos consumidores gastam mais com marcas que eles amam e 71% são fiéis a empresas que “oferecem pequenas provas de carinho” como descontos personalizados, vale-compras e ofertas especiais. Mais que o acúmulo automático de pontos, as marcas devem atentar-se aos hábitos de cada consumidor, oferecendo vantagens na categoria de produtos que ele mais consome ou enviando uma amostra de um novo produto com características similares aos seus favoritos, por exemplo.

Tão importante quanto acertar no presente, e oferecer um mix de produtos que atraia o consumidor, é saber onde e como comunicar e de que forma enviar ou personalizar o gift: a pesquisa aponta que, para haver fidelidade, 75 % dos entrevistados valoriza marcas que interagem através de seus canais de comunicação favoritos, e 64% optam por marcas que permitem personalizar seus produtos.

A personalização está entre as grandes tendências de varejo, e ela pode acontecer tanto nos produtos, com a impressão das iniciais ou a possibilidade de escolha da combinação de cores (levando o consumidor para “dentro” da empresa, como co-criador do produto), como no atendimento e relacionamento: os descontos e brindes que chegam na casa do consumidor X são diferentes dos produtos oferecidos como presente a outro cliente, com preferências diferentes. É como se a marca, entendendo seus hábitos, oferecesse exatamente o que você precisa, na sua cor preferida, em seu tamanho exato. Como não sentir-se especial em uma relação assim?

Mais que preço, busque monitorar, entender e demonstrar interesse pelas predileções de quem consome sua marca, envolva-o no processo e esteja disposto a ajudar da forma mais acessível e rápida possível tendo a tecnologia como aliada.

(Imagem: stevendepolo via Visual Hunt)

Comportamento, Marketing & VM, Moda, Moda consciente

Consumo consciente? Fast fashion se destaca em momento de crise

Essa semana o site O Negócio Do Varejo publicou uma matéria sobre o comportamento de consumo no período de recessão. Os dados compartilhados pelo O Negócio do Varejo mostram o que o consumidor de produtos do vestuário está buscando, e como esses anseios refletem na escolha do canal de compra. O aumento da relevância das lojas de departamento, na contramão dos movimentos de slow fashion, é justificada por essas preferências.

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Com relação ao design dos produtos o consumidor mostra-se atraído por peças “jovens, despojadas e diferentes”: “Em 2014, 36% dos consumidores informaram que, na última compra, haviam adquirido peças básicas, 17%, jovens, 13%, despojadas e 10%, diferentes. Neste ano, o percentual que se refere a roupas básicas caiu para 30%, subindo os de roupas jovens (27%), despojadas (18%) e diferentes (15%)”. Inovação e diferenciação são apontadas como características que atraem o consumidor, o que os levaria a optar pelas redes de fast fashion e suas araras sempre repletas de novidades.

Em uma análise pessoal, quando fala-se em inovação e diferenciação como pontos importantes na escolha de um item de vestuário, entendo que as lojas de departamento representam o oposto. Além de comercializar produtos com design pouco diferenciado, tanto no ponto de vista estético como em relação às coleções anteriores e às outras redes, os produtos em larga escala não atendem à necessidade de diferenciação. Porém, é importante interpretar esse dado como uma menor preocupação com a qualidade dos produtos: com o fator “novidade” como prioridade no processo de decisão de compra, é justificável o crescimento do fast fashion onde por um preço mais baixo é possível adquirir uma peça com durabilidade suficiente, não necessariamente longa, para ser substituída em breve por um novo modelo.

A conveniência é outro fator que faz com que as lojas de departamento saiam na frente. Segundo Edmundo Lima, diretor executivo da ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), na matéria citada, “o fato de as redes terem produtos para toda a família e para a casa é conveniente para os clientes”. Atreladas à conveniência, a informação e a experiência aparecem como itens observados pelo consumidor. Ações em redes sociais com sugestões de looks, por exemplo, e o “encantamento do espaço da loja” estão cada vez mais relevantes. Nesse aspecto, o alto investimento das redes de departamento aumenta sua vantagem competitiva com relação aos pequenos negócios.

Para fazer frente à isso, a dica do consultor de varejo Michel Cutait, é “melhorar o atendimento, o relacionamento com os clientes e criar ambientes capazes de atrair o cliente e concretizar a venda”. Além disso, acrescento a importância do cuidado com os detalhes, como limpeza e manutenção da estrutura do ponto de venda, e da busca por informação de Moda para reinventar o visual do ponto de venda todos os dias através de novos formatos de exposição e de um styling atraente.

(Imagem: Visualhunt)

+ | Texto de minha autoria originalmente publicado no blog da Cena. Entre em contato para informações sobre produção de moda, styling e consultoria de visual merchandising para empresas de Moda.

Cultura, Marketing & VM, Moda, Viagem

Quatro dicas de quatro cidades italianas | Milão

Milão é uma das capitais da Moda. E apesar de não ser o destino favorito dos turistas na Itália, para os fashionistas e viajantes que buscam algo além de monumentos históricos a cidade vale uma visita de, ao menos, três dias. Milão é movimento. E uma mistura linda de antigo e novo.

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• Explorar o Quadrilátero da Moda e arredores

Três dias, no meu caso, foram quase completamente destinados a esse espaço delimitado pelas vias Monte Napoleone, Alessandro Manzoni, della Spiga e pela corso Venezia. Começando pela Galleria Vittorio Emanuele, após visitar a Duomo di Milano, andei muito em círculos pelas ruas cercadas por marcas de luxo onde também encontrei belas vitrines de marcas locais e outlets para trazer pra casa um pouco da impecável moda italiana (em diversos preços). Para comer saudável durante o passeio: Panini Durini, que conta com diversos endereços incluindo um espaço perto da Piazza del Duomo.

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• Visitar o Museo delle Culture

Estive em Milão na época da XXI Trienal de Milão (comentei sobre acessórios de moda na mostra Sempering aqui) e no momento em que a exposição  Joan Miró, La Fuerza de la Materia estava em cartaz; mas independente da programação, o MUDEC é um passeio imperdível por si só. O projeto, com origem na década de 1990, foi pensado como um centro multidisciplinar dedicado às culturas do mundo com a “intenção de construir um lugar de diálogo sobre questões contemporâneas através das artes visuais, som, design e fantasia” em um espaço com arquitetura moderna e iluminada. Entre março e julho a mostra Kandinskij, il cavaliere errante é mais uma exposição imperdível que estará em cartaz por lá.

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• Conhecer Brera, da Pinacoteca di Brera aos bares

A quantidade de estabelecimentos dedicados a arte e design no bairro Brera o transformaram em Brera Design District. Uma região para ser explorada sem pressa, entre uma parada e outra para tomar um café na calçada e observar o vai e vem de pessoas do mundo todo. Por falar em café, Brera foi o local escolhido por Marc Jacobs para o  o primeiro Marc Jacobs Café, inserido, obviamente, em uma loja da marca. Amantes de perfumes não podem deixar de conhecer a Profumo, uma loja com atmosfera vintage que comercializa perfumes de edição limitada.

• Passar horas (mesmo!) no Eataly

Case de sucesso quando o assunto é varejo, o Eataly foi um dos primeiros pontos do meu roteiro em Milão. Nunca visitei o Eataly no Brasil, e minha primeira experiência com a marca foi na loja da Piazza XXV Aprile, que ocupa o espaço do antigo Teatro Smeraldo de Milão. Um agradável passeio e uma refeição deliciosa, com vista para a cozinha, após conhecer a 10 Corso Como, outra parada obrigatória (e ali pertinho) para entusiastas de moda e varejo.

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Shop, eat e learn resume com clareza a proposta do espaço que não apenas vende produtos selecionados em espaços encantadores, mas promove cursos e possui um espaço para apresentações. Apaixonadas por cosméticos como eu vão se divertir com um espaço repleto de marcas italianas diferentes, incluindo diversos produtos de beleza naturais. Quero voltar!

(Fotos: acervo pessoal)

+ | Leia também o post sobre a 10 Corso Como, e as publicações sobre RomaFlorença e Veneza.

Marketing & VM, Moda

Qual é a sua próxima vitrine?

O carnaval está chegando! E com ele mais uma oportunidade de aliar uma data esperada aos seus negócios. Vitrines temáticas e ações dentro do ponto de venda que integram seu produto a uma data comemorativa, consistentes e bem planejadas, promovem produtos sazonais e auxiliam na divulgação e venda de peças promocionais. Sua loja ainda não está “vestindo” o carnaval? Que tal elaborar um calendário anual de ações para o seu ponto de venda?

vm-manequimAlém de datas como o Dia das Mães, Dia dos Namorados e Natal; observe o calendário e identifique datas que se relacionam de alguma forma com o seu negócio. Comemorações dedicadas ao meio ambiente, por exemplo, podem vir à tona em vitrines ou coleções especiais de marcas que comercializam cosméticos naturais ou roupas produzidas de forma sustentável. Em alguns casos, essas datas ajustam-se melhor ao seu produto do que grandes comemorações: o Dia do Rock, por exemplo, é mais interessante para uma loja de moda jovem do que a Páscoa.

Para que sua vitrine comemorativa, coleção especial ou ação promocional temática seja vista, ela precisa ser bem planejada e apresentada no tempo certo. O Dia do Rock, por exemplo, acontece no dia 13 de julho. Mais eficiente que vestir os manequins com camisetas de banda no dia 10, é envolver seus clientes no tema com vitrines diferentes desde o início do mês, criando uma cenografia interessante e alterando a produção de moda, divulgando e alocando de forma especial uma seleção de peças como sugestão de look para festas que comemoram a data entre outros.

Mais uma oportunidade do calendário: a troca das estações, e lançamentos de pequenas coleções entre elas (alto verão, preview de inverno etc). Imprima o seu calendário e trace agora suas ideias para 2017! Com criatividade, os materiais usados em uma ação podem ser customizados para a próxima, pois você já tem tudo planejado.

(Imagem: Pinterest)

Marketing & VM, Moda, Viagem

Casa Ipanema

O ambiente descontraído da Casa Ipanema é a cara da marca, que nasceu em 2001 acreditando “na reinvenção dos velhos conceitos” e com muita paixão pelo novo. Essas ideias estão traduzidas nos modelos sempre atuais e nas parcerias com diferentes criadores e marcas, como Animale e Dress To, que emprestam sua identidade a sandálias para todos os estilos.

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Confesso que comecei a explorar o “universo Ipanema” após conhecer a Casa Ipanema e, semanas depois, participar de um curso que aconteceu no espaço. No primeiro piso, uma loja clean e eficiente nos convida a ver, tocar e experimentar a variedade de cores e modelos de cada peça. No segundo piso, um espaço colaborativo reúne coleções de novos talentos da moda carioca. Precisa dizer mais?  Foi lá que conheci a Amú, Self + (na foto), Aragem Rio e tantas outras marcas cariocas que não canso de amar.

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A Casa Ipanema fica na Rua Garcia D’Ávila, 77, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Abaixo, alguns cliques meus para convidá-los, mais uma vez, a fazer uma “escala” no espaço antes de curtir o verão na Cidade Maravilhosa vestindo moda local.

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(Imagens: divulgação e acervo)

Marketing & VM, Moda

Conteúdo de Moda é coisa séria

Não são poucas as marcas e, principalmente, lojas virtuais que nascem todos os dias. Com a facilidade na construção de sites e opções de divulgação em redes sociais, basta ter um aparelho conectado à internet para iniciar seu negócio.  No facebook, instagram e outras ferramentas “prontas”, todo mundo pode fazer seu próprio marketing. Mas será que é bem assim?

Nos últimos meses iniciei um trabalho de curadoria para uma loja colaborativa, o que me fez passar horas avaliando empresas inscritas, seus sites e fanpages; e não são poucas as marcas (não apenas de moda) que pecam na hora de falar sobre o que vendem. “Peça super clássica”, “modelo exclusivo”, “ícone fashion” são palavras muito bonitas para valorizar um produto. Mas antes de publicar, é preciso questionar-se: esse produto é clássico? O que é um clássico? A peça em questão é exclusiva? Qual o significado de uma roupa exclusiva? Essa roupa é um ícone fashion? Você sabe o que é um “ícone fashion”?

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Além disso, muitos revendedores de moda parecem desconhecer dados técnicos sobre seu produto. Qual é o tecido? Como o cliente pode conservá-lo? Uma foto bonita vale muito, mas informação clara e correta é fundamental. E reservar um tempo para cuidar do seu conteúdo também.

• Estude seu segmento

Antes de vender calçados, por exemplo, estude o setor. Pesquise a divulgação e o conteúdo de empresas líderes e seus concorrentes locais, procure conhecer as tendências de moda, busque matérias de veículos conceituados sobre cores, modelos e materiais que estão em alta. Entender o “território” onde irá atuar também vai ajudá-lo na hora das compras.

• Agregue informação às imagens

Aposte no marketing de conteúdo, levando informação relevante aos seus clientes (entenda o que é marketing de conteúdo aqui). Informar sobre matéria-prima, modelagem, origem e conceito da coleção e/ou das marcas com as quais trabalha, e conservação do produto, gera segurança no cliente e contribui para um bom posicionamento do seu negócio. Ensinar o cliente a cuidar do produto também pode evitar trocas desnecessárias e reclamações.

• Consultoria de Moda exige conhecimento

Dicas de moda, informação sobre modelagens para cada tipo de corpo e sugestão de combinações para diferentes ocasiões são muito comuns em blogs e fanpages de lojas. Muitas delas com sérios problemas. Quando sua empresa não possui um profissional da área para criar publicações dessa natureza, vale publicar links de sites de consultores de imagem ou citar truques de moda encontrados em veículos que possuem jornalistas especializados. De uma forma direta: não fale sobre o que não sabe. Vou parecer chata, mas chato mesmo é aliar a imagem da sua empresa a uma informação sem embasamento. Não acha?

Conteúdo com responsabilidade é a melhor forma de construir credibilidade. Não subestime o conhecimento dos seus clientes e lembre-se que conhecer profundamente o produto com o qual trabalha é uma das melhores estratégias de venda.

(Imagem: Armani Design)

+ | A Cena atua com desenvolvimento de conteúdo especializado para empresas de Moda. Conheça e acompanhe nossas dicas diárias na fanpage, e solicite seu orçamento através doo e-mail contato@cenamoda.com.

Comunicado, Marketing & VM, Moda

Curso | Styling no Marketing de Moda

O styling é uma ferramenta essencial para tornar produtos mais atraentes e melhorar a performance de vendas. No mercado da moda é importante criar imagens que, além de bonitas, atraiam a atenção e despertem o desejo do público.

No dia 03 de dezembro vou ministrar, no Villa Coworking, o curso Styling no Marketing de Moda. Será um sábado todo para apresentar e discutir formas de estudar e pensar a criação de imagens de moda com foco em vendas, seja na produção de desfiles, catálogos, look books, fotos para redes sociais até a concepção de vitrines.

Além de estudantes de Moda que desejam atuar nas áreas de produção de moda, marketing e visual merchandising, e designers que desejam ampliar seus conhecimentos a fim de aprimorar o material de divulgação de suas marcas, o conteúdo é interessante para varejistas que buscam elaborar suas vitrines e displays de forma mais assertiva, e profissionais de marketing e fotografia que atuam com empresas de moda.

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Marketing & VM, Moda

Acesso visual e físico no ponto de venda

Além do encanto despertado pela beleza, percebida através do olhar, e de produzir cenários que contribuem para que todos os produtos expostos estejam acessíveis aos olhos, um bom visual merchandising permite e convida o consumidor a experimentar sensações táteis. O acesso, visual e físico, além de sensações, tem por objetivo oferecer um ambiente confortável e eficiente; pontos de extrema importância em um momento em que a maior parte das pessoas busca agilidade e comodidade na hora das compras.

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Arquitetura e mobiliário são elementos importantes para uma boa acessibilidade visual e física; mas, além de escolher estrutura e equipamentos certos, sua correta distribuição no espaço físico e a alocação assertiva dos produtos faz a diferença com relação a estética, otimização do espaço e conveniência. As questões que devem ser feitas antes da escolha ou substituição do material expositivo são inúmeras, e vão das dimensões e capacidade necessárias para armazenar o tipo e volume de mercadoria trabalhada, até a adequação do material dos móveis e da forma de distribuição/composição dos produtos ao lifestyle do público-alvo.

O mobiliário, por exemplo, deve ser proporcional ao tamanho e quantidade de produtos que irá expor; e a altura das araras e o tamanho dos nichos deve ser respeitada: nada de peças arrastando no chão ou pilhas de produtos amarrotadas em cubos que não as comportam. Mais que impedir uma boa visualização e o manuseio confortável das peças, expor produtos em um espaço menor que o necessário cria a sensação de desorganização e desleixo. E um ambiente desorganizado dificulta, por si só, a agilidade das operações.

O ato de sair para comprar ou pesquisar produtos de moda é visto, principalmente pelo público feminino, como um momento de lazer, e oferecer conforto visual e espacial tornará essa experiência ainda mais prazerosa. Com tantos elementos em um mesmo espaço (produtos, estruturas, decoração e sinalizações) é fundamental avaliar constantemente cada detalhe e não abrir mão de técnica e de informação, para coordená-los e destaca-los da melhor forma.

(Imagem: Ryan Vaarsi via Visualhunt)

+ | O texto acima faz parte do e-book VM Pra quê?. Quer ler mais? clique aqui e baixe gratuitamente.

Comunicado, Marketing & VM, Moda

Cena, e-book e mais

Nas últimas semana estive trabalhando para colocar no ar o site e o primeiro material desenvolvido dentro do meu novo projeto, a Cena. A Cena atua com desenvolvimento de marketing de conteúdo personalizado, produção de moda e visual merchandising para empresas de moda; e o projeto nasceu da vontade de adaptar, para pequenas e médias empresas, soluções e técnicas que aprendi nas grandes redes de varejo.

Um bom visual é fundamental para vender moda, e aliar conteúdo relevante à marca gera valor e negócios. No site, explico um pouco sobre áreas de atuação e serviços; e também disponibilizo o e-book VM pra quê?, que conta um pouco sobre onde e como o visual merchandising atua para valorizar produtos, otimizar espaços, conquistar e manter clientes.

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Marketing & VM, Moda

Twinset: inspiração de moda para crianças

A moda infantil não resume-se mais ao vestido cor-de-rosa com babados e flores. Cada vez mais próxima da estética das roupas para adultos, esse mercado cresceu e mudou: as crianças e pré-adolescentes também estão conectadas, com acesso à informação e liberdade para opinar na hora de se vestir.

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Na Itália, as vitrines infantis da  Twinset me chamaram a atenção pela riqueza do styling que inspira até mesmo visuais para quem já é bem crescidinha. As mocinhas da marca usam saia de tule com coturno, visuais monocromáticos com mix de texturas e gorro ao lado de blusas e saias com babados. O visual merchandising também segue as técnicas em alta nas vitrines para adultos: manequins em diferentes planos e com movimento.

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Ativas em redes sociais cada vez mais cedo, não é de se surpreender que a formação da personalidade e do estilo pessoal aconteça precocemente. Quem trabalha com moda infantil tem um rico universo a ser explorado (em coleções e vitrines), além da missão de agradar essas exigentes consumidoras com roupas alinhadas com as principais tendências sem perder a atmosfera lúdica e o conforto. Desafio para gente grande.

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(Imagens: acervo pessoal e divulgação)