Moda

Os queridinhos Fedora e floopy

Após algum tempo em desuso, os chapéus ganharam as passarelas e publicações especializadas nos últimos anos. Os modelos Fedora e floopy estão entre os mais cobiçados: são versáteis e completam visuais tanto no verão quanto no inverno.

O modelo Fedora teve origem na Áustria, mas seu nome é inspirado em um espetáculo do dramaturgo francês Victorien Sardou. Feito originalmente de feltro e com uma concavidade na copa, passou a ser usado por homens e mulheres no final do século XIX e fez parte de figurinos marcantes como o do personagem Indiana Jones, em 1981.

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Em dias quentes apostar no chapéu em tom claro + peças com tecidos e cores leves é uma ótima pedida. Estampas listradas com branco também caem bem ao lado do fedora em looks de verão: referências navy suavizam a rigidez do material desse acessório.

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Adeptas de peças básicas podem atualizar a produção com chapéus coloridos ou investir em um modelo preto para completar looks monocromáticos ou p&b.

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E por falar em monocromáticos, aquele look de inverno todo preto pode ser atualizado com um chapéu nude ou caramelo. Acessórios com detalhe contrastante também agregam informação ao visual, seja qual for o modelo do chapéu.

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Faixas contrastantes também aparecem no chapéu floopy que, com seu modelo leve com abas bem largas, confere um ar despretensioso às peças de alfaiataria e um toque elegante aos itens básicos.

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Evitar contraste entre a cor do chapéu e do cabelo é uma ótima forma de suavizar a composição e evitar que o acessório chame atenção demais.

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A cantora Florence Welch é uma das adeptas desse chapéu (e de vários outros modelos), e inspira garotas frequentadoras de festivais com seus visuais repletos de estampas, cores e acessórios. Para não pesar: use tecidos leves e deixe um pouco de pele à mostra (através do decote, mangas ou comprimento curto).

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Em sua versão de palha, o floopy é perfeito para proteger os fios e a pele na beira da piscina e na praia. Com um vestido leve ou biquíni, usar chapéu no litoral é ainda mais fácil.

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Ideias não faltam para acrescentar um chapéu ao visual. Com degradê de cores, usando preto e dois tons de cinza, e mix de texturas, a campanha da Hugo Boss (pre-spring 2016) é uma inspiração e tanto para o nosso próximo inverno.

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• Um pouco de história

Longe de ser um apenas um acessório funcional, com caráter de proteção, o chapéu é usado como item de diferenciação e moda há anos. Durante o século XV, ganhou destaque e assumiu diversas formas: com copas baixas e abas estreitas ou altos e sem abas como o hennin, um modelo de chapéu em forma de cone utilizado pelas mulheres da nobreza especialmente na França.

O acessório também esteve atrelado aos costumes religiosos de algumas civilizações. Em meados de 1840, o chapéu boneca (poke bonnet) era utilizado como forma de cobrir o rosto das mulheres em um período onde o pudor também era evidente nas imensas saias até o chão. Já no século XX o chapéu cloche, nos anos 20, e o chapéu floopy, queridinho da atriz Brigitte Bardot em meados de 1970, são verdadeiros ícones de suas décadas.

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cloche

(Imagens: reprodução)

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